Exercício começa às 8h e deve mobilizar cerca de 400 pessoas; vias de acesso à região também terão bloqueios
A Praia do Porto da Barra, em Salvador, será interditada ao público na manhã desta quinta-feira (17) para a realização de um simulado de acidente aéreo em área marítima. O exercício começa às 8h e deve mobilizar cerca de 400 pessoas.
Organizada pelo Salvador Bahia Airport, a operação contará com figurantes, socorristas, profissionais de saúde, agentes de segurança e equipes responsáveis pela coordenação da ocorrência.
Durante o treinamento, a Transalvador também realizará bloqueios e o isolamento de vias de acesso à praia e à região da Barra.
Simulado terá aeronaves, embarcações e equipes de resgate
O exercício vai reproduzir uma situação de emergência envolvendo uma aeronave no mar. Para tornar a operação mais próxima de uma ocorrência real, serão utilizados veículos, embarcações e aeronaves.
A proposta é testar os protocolos de atendimento e a atuação conjunta dos órgãos envolvidos em uma eventual emergência aérea em área marítima.
Entre as instituições participantes estão a Força Aérea Brasileira, Marinha do Brasil, Corpo de Bombeiros, Samu, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Também estarão presentes equipes da Codeba, Transalvador, Salvamar, empresas aéreas, grupamentos aéreos, órgãos de saúde e unidades da rede médico-hospitalar.
Porto da Barra ficará fechado ao público
Durante a realização do simulado, o acesso à Praia do Porto da Barra ficará proibido. A medida integra o esquema de segurança montado para a operação.
A restrição poderá provocar mudanças temporárias na circulação de veículos e pedestres na região, especialmente nas vias próximas à praia.
O treinamento tem como objetivo avaliar a capacidade de resposta, os protocolos de emergência e a integração entre os diferentes órgãos que seriam acionados em uma ocorrência real envolvendo uma aeronave no mar.
Quem precisar circular pela região na manhã desta quinta-feira deve ficar atento às orientações dos agentes de trânsito e, sempre que possível, considerar rotas alternativas.






